quarta-feira, setembro 01, 2010

'A ARTE DA GUERRA" - PREFÁCIO

        Olá amigos, resolvi dar um basta na minha preguiça e digitar sem faltar nem uma vírgula o livro “A Arte da Guerra”. Sei que deve ter tudo isto por aí na internet já prontinho ou alguma livraria virtual que possa ser baixado, mas como eu já li este livro, agora vou digitar os seus 13 (treze) capítulos por dois motivos: Primeiro: Vou proporcionar aos amigos do BLOG a terem um ponto de reflexão em cada 2 ou 3 dias quando será postado um  capítulo. Segundo: É que eu digitando vou estar também aprendendo e memorizando mais seus ensinamentos, que são muitos e de grande valia para nosso dia-a-dia, pois não serve só para a Guerra. A Arte da Guerra é um dos maiores tratados de estratégia de todos os tempos. Um livro útil para o homem de negócios, militar, ou para qualquer pessoa empenhada em vencer na vida. Escrito pelo general chinês SUN TZU, a partir do resultado de sua experiência em suas campanhas, que foram as mais variadas. Na vida diária, na atividade profissional, no relacionamento humano e social, enfim, a todo instante, somos convidados a lutar pela vitória, cientes de que sempre o inimigo mora ao lado. Ninguém deseja ser um perdedor, todos querem o sucesso, o êxito e, assim, parecem ter muito a aprender com SunTzu, que busca nos ensinar como vencer todas as batalhas.
         Vou começar digitando para quem ainda não leu, entenda o que é “A Arte da Guerra” e como tudo isto começou, ou seja, seu prefácio. Depois vou escrever os 13 capítulos, um, a cada postagem no blog, entre 2 e 3 dias no máximo para quem ser interessar tenha tempo para ler e para ser seguido com calma e grifando as coisas que eu julgar mais importantes. Se quiserem informar este artigo a seus amigos que ainda não conheçam meu BLOG, agradeço. (Edu Doroteu)
SUN TZU
        Então vamos lá. Em 1972, arqueólogos chineses encontraram fragmentos do livro A Arte da Guerra”, datados da dinastia Sung (960 – 1280), que completavam a obra e compunham a versão completa e atual do mais sábio tratado militar da história da humanidade. “A Arte da Guerra” é um dos clássicos mais influentes do pensamento oriental sobre estratégia. Esta é a edição completa, adaptada por Nikko Bushidó que nos traz com excelência os ensinamentos do general chinês SUN TZU, que há cerca de 2.500 anos influência o mundo dos negócios. “O verdadeiro objetivo da guerra é a paz” (Sun Tzu)
APRESENTAÇÃO
         O mais antigo tratado militar da história da humanidade, intitulado “A Arte da Guerra”, foi produzido por Sun Tzu pelo ano de 500 a.C. Infelizmente pouco se sabe sobre o general SUN TZU, porém, um acontecimento mencionado nos registros históricos por volta de 100 a.C nos ajuda a conhecer mais sobre Mestre Sun. O fato ocorreu quando Sun Tzu foi indicado por um ministro do rei Hu Lu que lhe disse: “Li atentamente seus treze capítulos. Posso submeter sua teoria de dirigir soldados a uma pequena prova? Após a resposta afirmativa por parte de SUN TZU, o rei perguntou: A prova pode ser feita em mulheres?”
         A resposta tornou-se afirmativa e o teste foi realizado com as damas da corte, entre elas as preferidas do soberano. SUN TZU escolher duas delas, as prediletas do rei, para atuar como comandantes as instruiu seriamente. Cada uma delas iria dirigir como um verdadeiro oficial as suas respectivas companhias. As mulheres, no total de 300, trajando capacetes e armaduras, com espadas e escudos, foram orientadas por Sun Tzu. Em seguida, foram separadas em dois grupos, ficando cada um sob o comando de uma concubina e, logo após um breve treinamento, foi marcada a apresentação perante o rei.
    Mas, a despeito do treinamento dispensado pelo atento general, na hora da ação, quando receberam a ordem “Direita volver”, todas caíram na risada e nada fizeram.
        SUN TZU falou com sabedoria: “Se as ordens do comando não foram suficientemente claras, se não foram totalmente compreendidas, então a culpa é do general”. Por conseguinte, repetiu a orientação e ordenou: “Esquerda volver” iguala vez anterior. Ao receberem as ordens, as mulheres voltaram a cair na gargalhada. Desta vez, SUN TZU realmente enfureceu-se e disse: “Se as instruções não são claras e se não se acredita nas ordens, a falta é do General. Quando foram instruídas novamente e as ordens explicadas, e se ainda assim as tropas desobedecem, a falta é dos oficiais. De acordo com as normas de disciplina militar, qual é o procedimento?” O Mestre de Leis disse: “Decapitação”. Assim, as concubinas foram decapitadas, ainda que contra a vontade do rei, mas o general invocou a autonomia inconteste das suas ordens como comandante nomeado. SUN TZU, então, emite novamente as ordens, sendo que desta vez foi prontamente obedecido. Dirigindo-se ao rei disse: “O exército está bem organizado. Gostaria que vossa majestade observasse. Como quer que o deseje empregar, mesmo que o mande para o fogo ou para a água, não apresentará dificuldades. Pode ser utilizado para ordenar tudo o que há sob o Céu”.
         O rei, inconsolável pela perda das suas concubinas, não quis mais admitir SUN TZU, que, ao se retirar, não deixou de dizer: “O rei ama palavras vazias. Não é capaz de juntar o gesto às palavras”.
Não há nada que o tempo não cure. O luto pelas concubinas passou, mas como a situação do seu reino piorava, o rei admitiu que seus inimigos estivessem prestes a aniquilá-lo. Ao ver-se perdido, convocou Sun Tzu, acreditando que seria oportuno admiti-lo como conselheiro militar. O seu exército, dali por diante, reorganizado e treinado pelo seu novo general, lhe conferiu poderes, pelas suas grandes conquistas territoriais. Os ensinamentos contidos nesses 13 (treze) capítulos que virão aplicam-se a todo e qualquer conflito, alcançando cada individuo com seu opositor; o amante com sua amada, uma empresa com outra, concorrente ou aliada. A obra, além de ter sito leitura obrigatória da hierarquia político-militar soviética e, conforme a lenda, a chave do sucesso de Napoleão Bonaparte, e uma das mais lidas no mundo dos negócios, agora estão em suas mãos.
SUN TZU
        Ao longo de quase 2.500 anos os trabalhos literários de período denominado “Clássico” foram profundamente analisados por historiadores chineses. O general chinês SUN TZU e sua obra, devido a sua reconhecida importância como o principal tratado militar conhecido pela humanidade, fizeram parte desta profunda análise.
Sobre o General SUN TZU, muito pouco se sabe. Ele próprio era um mistério pela ausência de dados sobre sua vida. Não existe uma biografia sobre Sun Tzu que narre, em ordem cronológica, seus efeitos. O que existe são narrativas de fatos ocorridos, evidenciando passagens que demonstram traços de sua personalidade e suas ações, como o bem conhecido relato de Shin Chi, Sun Tzu Wuch'i Lieh Chuan.
Acredita-se que Sun Tzu seja natural de Ch'i, hoje Shantung, e que serviu na corte de Hu Lu, rei de Wu, sendo seu súdito.
        Calcula-se que tenha vivido entre 544 e 496 a.C. Suas origens e sua história juvenil são desconhecidas, e seu nome desapareceu por completo dos registros históricos depois que Wu conquistou Ying, a capital de Chu. Os escritos de SUN TZU refletem o pensamento chinês daquela época.
Mestre SUN TZU disse: “Assim, como a biográfica de SUN TZU é digna de crédito, podemos considerar "A Arte da Guerra" como sendo a expressão do corpo e da alma de seu criador, que há cerca de 2.500 anos aclamava: “O verdadeiro objetivo da Guerra é a Paz!”
HISTÓRIAS QUE ILUSTRAM ALGUNS ENSINAMENTOS DE "SUN TZU"
Soberba e
Estratégia mal planejada
        “Em 341 a.C. o Estado Ch'i, em guerra com o Wei, enviou Tìen Ch'i e Sun Pin contra o general P'ang Chuan, que era inimigo mortal do último. Sum Pin disse: O Estado Ch'i tem uma reputação de covarde e, por esse motivo, nosso adversário nos despreza. Vamos virar esta circunstância a nosso Favor”. Conseqüentemente, quando o exército atravessou a fronteira do território de Wim, ordenou que fossem acesas cem mil fogueiras na primeira noite, cinqüenta mil na segunda e apenas vinte mil na outra. P’ang Chuan os atacou vigorosamente, pensando: “eu sabia que os soldados de Ch'i eram covardes; se número já caiu para menos da metade”. Na sua retirada. Sun Pin chegou a um estreito desfiladeiro que, segundo seus cálculos, seria atingido pelos perseguidores depois de escurecer. Lá chegando, tirou a casca de uma árvore e escreveu a seguinte frase: “Sob esta árvore, P’ang Chuan morrerá”. Então, quando a noite começou a cair, colocou um poderoso corpo de arqueiros emboscados nos arredores, com ordem de atirar diretamente se vissem uma luz. Mais tarde, P’ang Chuan chegou ao local e, vendo a árvore, acendeu uma luz para ler o que estava escrito. Seu corpo foi imediatamente crivado por uma seqüência de flechas e todo o seu exército foi preso na confusão”.
        “Tu Mu conta uma história relacionada com Wu Ch’i, na época em que lutava contra o Estado de Ch’in, aproximadamente no ano 200 a.C. Antes que a batalha começasse, um dos seus soldados, homem de audácia inigualável, atacou repentinamente sem ordem, voltando com duas cabeças inimigas. Então Wu Ch’i mandou imediatamente executar o homem, ao que um oficial ousou protestar, dizendo: Este homem era um bom soldado e não merecia ser decapitado”. Wu Ch’i respondeu: “Acredito realmente em que era um bom soldado, porém mandei decapitá-lo porque agiu sem ordens”.
        Yao Hsiang, quando enfrentado em 357 d.C. por Huang Mei, Teng Ch’iang e outros encerrou-se em muralhas e se recusou a lutar. Teng Ch’iang disse: “Nosso adversário tem um temperamento colérico e é facilmente provocável; vamos fazer repetidas incursões e derrubar suas fortificações, fazendo-o ficar zangado e sair. Assim que conseguirmos levar seu exército ao combate, ele estará condenado a ser nossa presa”. Logo em seguida, esse plano foi posto em prática. Yao Hsaing saiu para guerrear, então foi atraído até San-Yuan pela pretensa fuga do inimigo e finalmente atacado e morto.
       Na próxima postagem vou editar o Capítulo I: ANÁLISE E PLANOS”, imperdível.

Um comentário:

Anônimo disse...

Obrigada pelo contato. Estou dentro!!!