sexta-feira, junho 26, 2015

Será Que Deus Existe?

Esta foi uma frase dita pelo pai do cantor sertanejo Cristiano Araújo após sua morte em um acidente de trânsito. Muita gente contestou esta frase. Muita gente o chamou de Herege ou coisa parecida. Só que quem está de fora da situação faz comentários sem saber o que uma pessoa dessas está passando em perder um filho tão novo, independente de quem seja famoso ou não. Certamente o pai do cantor fez esse comentário na hora da dor e do desespero, pois ele também falou que em todas as viagens que o cantor fazia, pedia a Deus que o protegesse. Infelizmente aconteceu o pior, sabe por quê? Vou tentar explicar minha posição sobre a frase e não pelo acontecimento. Deus existe para quem acredita que Ele é tudo, mas Deus não pode interferir em suas atitudes, pois Ele, além de te proteger, te deu o “livre arbítrio de escolha”, de como viver e se proceder. Ele, por exemplo, não pode te ligar para o tal de “zap-zap” e te dizer: “filho”, não entre neste carro sem cinto de segurança, ou: “filho, não pegue drogas”, ou: “filho, não mate”, ou: “filho, não roube seu irmão”, ou: “filho, não estupre, não roube, não maltrate as pessoas, não se acovarde para a vida, não destrua aquilo que meu “Pai” tanto sonhou para a humanidade”. Deus nos dá um caminho, basta à gente seguir seus conselhos. Quando falo acima sobre o cinto de segurança, o casal certamente pensava que nada aconteceria. No carro tinham quatro pessoas e os que faleceram não tomaram os cuidados para se protegerem. Foi por querer? Não, acho que foi apenas um ato disperso que custou muito caro para toda a família e para seus fãs. Deus não teve nada a ver com isto, pois como religiosos que eram independentes da religião, o erro foi de “alguém” e não de Deus. Você pode até dizer aqui que: “há, é porque não aconteceu com o Edu Doroteu”. Mero engano amigos, o meu problema foi muito mais sério do que você possa imaginar. Eu também perdi um filho e de maneira trágica. Muito mais que esta. 

Não vou entrar em detalhes para não pensar que quero comover alguém, mas meu maravilhoso e amigo filho escolheu o caminho dele e  Deus não interferiu. Por isso, não me venha culpar Deus por coisa alguma. Se fosse assim, se Deus escolhesse os que fossem morrer num tal dia, não existiria um 11 de setembro. Será que Deus, aleatoriamente escolheu estas pessoas sem que elas jamais se conhecessem e as mandaram para o mesmo lugar? Claro que não. Quem escolhe sua morte é você mesmo. Não porque quer morrer, mas pelos seus atos. O Brasil sempre se comove quando morre uma “celebridade”, mas esquece de tantas pessoas que morrem, não digo de fome porque o povo brasileiro é muito solidário, mas com doenças que adquirem por dormir nas ruas, frequentando “lixões” e ás vezes dependendo do lugarejo, até de fome, nas filas de hospitais públicos que nada têm a oferecer. Por um acaso isto é culpa de Deus? Claro que não amigos. Deus nos deu o “livre arbítrio” para escolhermos nossos caminhos. E te deu também o direito de você escolher as pessoas que iram te representar e te dar de volta seus direitos como cidadão cuidando de seus direitos básicos. E quando isto não acontece, você ao invés de culpar a quem você mesmo escolheu não deu retorno, olha pro Céu e diz: Porque  Senhor”, cobrindo um Santo e descobrindo o Outro. Isto me cheira hipocrisia. Este ponto político só foi um desabafo, mas voltando a tese se Deus realmente existe tenho a dizer com certeza que Ele só não existe como está aqui sempre ao seu, ao meu e ao lado de todos. Basta você perceber. Quando alguma coisa está boa em sua vida, você dá Graças a Deus, mas quando nada está dando certo, você o questiona. Deixe de ser hipócrita e olhe onde você está errando para não culpar ninguém pelo seu ato principalmente a Ele. Cada um tem o que merece. Cada um tem o caminho. Desejo ao pai do Cristiano meus pêsames assim como desejo a todas famílias das  mil e quinhentas pessoas que morrem no Brasil diariamente. Até próxima.

sexta-feira, junho 19, 2015

Você Pensa que Sabe, mas Talvez não Saiba!

Quem é você? Você sabe? Se souber me conte como descobriu e me ensine como saber quem sou. É como aquela intrigante e a mais famosa frase da literatura mundial da peça de “Willian Shakespeare” em “A tragédia de Hamlet”: “Ser ou não ser, eis a questão” que em minha visão consiste toda a dúvida e toda indecisão. Você pode interpretar de outra forma, mas na essência a palavra certa será sempre a dúvida. Se for assim, porque que você acha que sabe muito ou mais que alguém, no ponto filosófico, não no campo dos estudos ou formação profissional, é claro. Segundo a história. Sócrates, o precursor do autoconhecimento, foi chamado ao Templo de Delfos e lhe falaram que ele seria o homem mais inteligente do mundo. A partir daí ele começou a se confrontar com aqueles que diziam saber tudo. Mostrou que na verdade eles não sabiam de nada, e eram desmascarados quando suas verdades caiam em descrédito. Sócrates então disse se referindo a um homem que se julgava sábio: “Ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, tampouco suponho saber. Parece que sou um pouco mais sábio que ele exatamente por não supor que sabia o que não sei”.  Quem não se lembra da frase: “Só sei que nada sei” atribuída a Sócrates por seu discípulo “Platão”? Na verdade a frase, depois que pesquisei, era na verdade: “Todo meu saber consiste em saber que nada sei”. Perfeito e verdadeira esta frase, “Conhece-te a ti mesmo” que é o lema de toda sua vida de sábio. O que Sócrates quis dizer é que o autoconhecimento, além de ser a chave do progresso individual, é também um caminho eficaz para que o ser humano consiga crescer e desenvolver-se para ser uma pessoa melhor, ter uma vida melhor. Com ele, o autoconhecimento, é possível compreender nossas atitudes; mudar de hábitos; ter mais qualidade de vida; superar crises, pressões e períodos de mudanças; identificar melhor medos, traumas e bloqueios; investir no nosso potencial e evoluir. A vida é uma escada, um dia subimos, outros descemos. Concorda? 

Mas a coisa não para por aí. Junto a isto tem a questão do “Comportamento” para se conhecer. Temos que saber como somos de verdade! Se engraçados, tímidos, egoístas, soberbos, burros ou inteligentes, pois apesar de pensar que somos uma coisa, nosso comportamento pode mostrar o contrário, pois você pode mudar de atitudes, mas não de personalidade que é sua marca registrada. Se você me perguntar: Então o que devo fazer? Minha resposta neste caso de conhecimento interno será: Não sei, mas talvez seja começando a mudar nosso comportamento e mostrar que somos capazes de fazer coisas que jamais imaginemos mesmo sabendo que há comportamentos e atitudes que são muito difíceis de largar ou superar. Este é o grande desafio da vida. Conhecer a si próprio, ter consciência que podemos vencer o derrotismo e apegos e mudar o que for possível, pois como diz a psicóloga Mariângela Savoia: “Não existe nenhuma pesquisa científica que mostre que o ser humano não tem jeito”. Outro desafio também é saber que quando cair é se levantar com humildade, coragem e perseverança. Quando você passar por situações difíceis e consegue reagir, mostra que você está começando a “Conhecer a ti mesmo”. Essas regras são fundamentais para começar a subir a escada. Esqueça que você sabe tudo, comece do “zero”. Esta atitude não é humilhante, ao contrário, é louvável e corajosa. Não se deixe levar por comentários de pessoas vazias que não conhecem a si próprias e não enxergam os seus próprios pés. E quando conseguir isto olhe sempre para o primeiro degrau que você pisou. Será uma forma de você saber o quando é difícil a subida e fácil à descida. Claro que eu e você jamais seremos um “Sócrates”, mas podemos pensar igual a ele e seguir seu exemplo de quanto mais sábio, mais humilde em declarar publicamente que ninguém sabe tanto ao ponto de descobrir que na verdade nada sabe. Eu que já passei e estou passando por estas situações, admito que “nada sei”, mas estou aprendendo. Até a próxima.
“ACREDITAR é o primeiro passo para o MILAGRE”

terça-feira, junho 16, 2015

Quem és tu que queres julgar e não arriscar?

Vocês já notaram que as pessoas julgam outras sem ter a mínima ideia de quem são, e o pior, sem jamais tê-las visto e, se viu não a conheceu intimamente antes de fazer seu julgamento sobre elas? Eu entendo em que no mundo que vivemos atualmente às vezes temos certo temor em se aproximar, se relacionar ou fazer algum tipo de negócio com elas por não saber direito de quem se trata. Até aí tudo bem, mas como tudo na vida é um risco desde primórdios, porque temer? É como disse o escritor e orador norte-americano e pioneiro em livros de autoajuda (1883-1995), “Dale Carnegie”: “Arrisque-se! Toda vida é um risco. O homem que vai mais longe é geralmente aquele que está disposto a fazer e ousar. O barco da “segurança” nunca vai muito além da margem”. Você concorda com ele? Pois eu concordo. Por isto que existem pessoas que ao ter uma oportunidade, arriscam-se, ousam e tentam um novo negócio ou até mesmo uma mudança de vida. O filósofo romano “Sêneca” é o autor da seguinte frase: “Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade”. Ele quer dizer que se você está sempre à procura da oportunidade e está preparado para enfrenta-la, então poderá aproveitá-las ainda mais. Certas dicas de especialistas dizem que quanto mais pessoas estiverem com você, mais oportunidade elas podem trazer, inclusive amigos, parentes e etc. O mais importante é saber escolher quem você quer por perto, para não jogá-lo pra baixo e fazer desistir de uma oportunidade que pode ser única. Sendo assim, não se deixe levar pelas circunstâncias e problemas superficiais. Concentre-se naquilo que você busca. Deixe para cada dia seu próprio mal e não antecipe coisas que podem ser resolvidas no devido tempo. Seja otimista, pois pessoas otimistas são vencedoras, mesmo que demore a acontecer o sucesso. Se você tem medo quando uma pessoa lhe dá uma oportunidade ao pensar que como dizem por aí “que esmola demais o Santo desconfia”. Esqueça e arrisque. 

Nunca pare de aprender. Aprender com os erros, com o sucesso dos outros e com oportunidades ignoradas. Todos os dias há imensas chances esperando para ensinar você algo novo. Reciclar as opiniões e ideias é estar aberto para novas e melhores oportunidades. Arriscar e errar são coisas comuns. Tanto é que os maiores empresários no mundo todo tentaram mais de uma dezena de vezes até encontrar o caminho do sucesso e hoje estão aí nadando de braçadas, sem sequer ser político, funcionário público ou se aposentando com um emprego sólido que vai deixá-lo, mais ou menos estabilizado com um salário que um dia, com constantes mudanças na política econômica, aquele “dinheirinho tão sagrado”, qualquer hora não dará nem para pagar a conta de energia elétrica ou colocar gasolina, sendo otimista, no seu velho carrinho. Todos sabem que para passar em um “concurso público” não é para qualquer um. Não por falta de capacidade, mas pela dificuldade de se dedicar apenas aos estudos durante 2 a 4 anos para ter sucesso. Muitos conseguem, mas são os que podem pagar cursos caros bancados pelos “papais e mamães”. Claro que existem aqueles que com muito esforço conseguem. Uma minoria com mentes brilhantes, coisas que não se aprende em escolas ou cursinhos, pois “Einsteins” são poucos. A saída neste caso, caso queira sucesso a pessoa tem que arriscar em ser um empreendedor, pois é ele que gira a economia, dá empregos e pagam os impostos mais caros do mundo, no caso do Brasil, para que encham o cofre do governo para dar retorno ao seu povo, coisa que "nunca" aconteceu. Parece uma coisa insana, mas quando estamos dispostos a arriscar, encontrar parcerias, aproveitar as oportunidades que surge, o que mais vimos são pessoas que nos desestimulam mesmo aquelas mais próximas. É aí que eu me lembro de “Dante Alighieri”: “Quem és tu que queres julgar, com vista que só alcançam um palmo, coisas que estão a mil milhas”? Think e até a próxima.

quinta-feira, junho 11, 2015

“Não Adianta Nem Tentar “SE” Esquecer...”

Nos tempos da ditadura, a voz do povo era a voz dos “artistas de teatros, escritores, redatores, atores de TV, cantores e compositores que de uma forma sucinta em suas falas, letras e músicas mostravam ao povo o que estava acontecendo no Brasil nos chamados” “anos de chumbo” e com muita inteligência de certa forma burlava a censura imposta a todos os veículos de informação. Muitos desses personagens foram presos e exilados e ficou na lembrança das pessoas como mártires da tão dita “ditadura”. Entre eles estavam cantores e compositores como: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque e Geraldo Vandré, entre outros que faziam um protesto “branco” em suas letras como a música do Caetano intitulada “Como Dois e Dois” gravada por Roberto Carlos em 1971, até então sendo poupado pelo Governo Militar, que dizia em um trecho da letra: “Tudo vai mal, tudo/Tudo é igual quando eu canto e sou mudo/Mas eu não minto, não minto/Falo, não calo, não falo, deixo sangrar/Algumas lágrimas bastam prá consolar... Meu amor, tudo em volta está deserto, tudo certo/Tudo certo como dois e dois são cinco. Nesta letra, se desejou colocar todos os ingredientes ideológicos que denunciassem a falta de liberdade e expressão impostada pela ditadura no Brasil, e assim temendo qualquer ingerência ou censura no trabalho, Roberto Carlos não teve dúvida, pegou sua equipe e foi para os EUA gravar a canção. Para muitos ideólogos caiu como uma ”bomba” pela a satisfação de conseguirem mostrar para muitos que realmente estava acontecendo. Esta foi só um exemplo entre outras como a canção de Chico Buarque: “Apesar de Você” que foi proibida de ser executada pelas rádios no governo do General Garrastazu Médice. Um fato interessante também ocorreu com a cantora Clara Nunes, que regravou a canção sem saber de seu tema político, viu-se obrigada a se apresentar nas Olimpíadas do Exército em 1971 para compensar o mal-entendido. Todas estas e outras canções de protesto tinham apenas um “rumo”, o “fim censura e da mordaça”. 

Agora, pasmem. É triste constatar que, do lado dos que sofreram com a ditadura, como os pseudo-s intelectuais acima citados, são os mesmo que tentaram impor uma censura em seus próprios colegas jornalistas tentando impedir na justiça o lançamento de suas autobiografias sem prévia autorização como fez o cantor Roberto Carlos que conseguiu na justiça proibir sua autobiografia escrita por Paulo César Araújo, fazendo com que a Editora Planeta recolhesse toda a tiragem das livrarias. Na política, outra figura pública que se posicionou contra a liberação das biografias não autorizadas foi José Dirceu. Porque será? O que esse pessoal tem a esconder? O caso então foi parar no Supremo Tribunal Federal para que fosse julgado o teor da questão. É mais que óbvio que em um país “democrático”, todos têm o direito de se manifestar nos tribunais como fez o advogado do cantor Roberto Carlos, mas ir a um tribunal defender a “censura” é o fim da picada. Este tipo de ato acaba aproximando o Brasil de países como Rússia, China, Cuba e outros países antidemocráticos. O certo é fazer como nos EUA, França e Reino Unido onde não há restrição prévia à publicação de biografias não autorizadas. Nesses países, caso o biografado se sinta prejudicado ou caluniado pela obra, pode recorrer à justiça, mas sempre após o lançamento. E o autor que se vire para arcar com as conseqüências, caso tenha ultrapassado a fronteira da ética. Só que no julgamento do STF, com o bom senso e conhecimento jurídico de seus juízes, o autor da denúncia levou uma estrondosa goleada de 9x0 contra a exigência de autorização prévia de biografados ou herdeiros para lançamento de livros ou obras audiovisuais, tirando do Congresso Nacional a decisão que muitos esperavam há anos para acabar com este tipo de caso. Melhor ainda, foi a Ministra Carmen Lúcia que falou em auto e bom tom: “Calar a boca já morreu”, ou seja: ninguém pode calar a boca de ninguém ou censurar quem quer que seja pelo o que fala ou escreve. Esta atitude veio em boa hora, já que se fala por aí que estão querendo censurar até a Internet. Espero que todos tenham aprendido com isto e, “Não adianta Nem Tentar “SE” Esquecer...”. Até a próxima. 

sábado, junho 06, 2015

Tema da Prova de Redação da UNB-Brasília: “Viagem a Marte Sem Volta”.

Cabuloso isto aí. O que tem haver um aluno que vai prestar vestibular para entrar na Universidade de Brasília, UNB, uma das melhores do país, não interessando o curso como Medicina, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Agronomia, Economia, Direito e mais de 20 outras profissões a conquistar, o que tem isto com o tema da redação. Quem gosta de Direito ou Economia quer lá saber, ou necessita saber que “diabo é isso”? Todos sabem, até eu, que a Terra e Marte têm órbitas elípticas, se aproxima a cada 26 meses. Na maior aproximação. Marte chega a torno de 60 milhões de KM da Terra. Mas quando cada um se encontra na maior distância com posição oposta o Sol ao meio, chega a 360 milhões de KM. Explicando, do Sol à terra são 150 milhões de KM e do Sol até Marte cerca de 210 milhões de KM. Quando Marte está do outro lado do Sol temos; Da terra ao Sol 150 milhões + 210 Milhões até Marte = 360 milhões de km. Com estas contas, seria impossível, se chegar e voltar com a tecnologia que temos agora. Quem sabe no futuro. Será que o tema da redação foi feito para os alunos expressarem sua imaginação em estar num lugar que nunca chegará? Se for para balançar a inteligência do aluno ou para ele viajar no tempo e tentar adivinhar o que poderia fazer em uma “Viagem a Marte Sem Volta” será muito difícil dar uma nota para essa Redação. Se, como diz o “caboclinho” lá do interior, “Se eu cesse” este aluno diria simplesmente: “Nada, porque eu iria para um lugar que eu saberia que nunca voltaria” Pronto: Nota 10. Não se pode generalizar um tema de uma Redação para todos os seguimentos. Além de psicólogos, filósofos e outros, têm gente que não está nem aí para o universo ou suas estrelas. Já basta nossos problemas “terrenos” para resolver. O universo e as estrelas estão aí para a gente admirar, não para entender, pois se fossemos querer entender iríamos entrar em parafuso. Quer um exemplo? “Quem nasceu primeiro, o “ovo” ou a Galinha”. Se você tiver a resposta, aguardo. 

Agora vou te dizer por que estou entrando neste tema. No Brasil, não é só nesse governo, pois é Lei, exige em um concurso público à aptidão física de um concorrente a “perito criminal”, a um Policia civil, a um agente da ABIN ou a Policial Federal como se isso fosse necessário para exercer a função. Por acaso não é o “cérebro” e a “inteligência” que manda? Se não for assim, então só existirão “Rambos” e lutadores e CFC. Fala sério! Em países de primeiro mundo, os profissionais de qualquer função são escolhidos, não por concursos e sim pelas suas aptidões e habilidades não interessando se é gordo, magro, deficiente ou não. Só que também tem um acompanhamento de suas funções, se pisou na bola, “TCHAU” sem direito a nada. É como se fosse qualquer trabalhador de outras funções, pedreiros, marceneiros e etc. Nesses mesmos países, não tem diferença do político para o cidadão trabalhador que pagam os salários deles. Eles não têm motoristas, apartamentos pagos por você, ajuda de custo, ajuda de gasolina, passagem de avião para onde quiser etc. etc. etc. e até “Bolsa Família” se brincar. Para você ter uma ideia, na Suécia, Deputado não tem salário e só uma ajuda de custo que é um apartamento de um quarto para estar perto do parlamento. Eles são políticos voluntários, “do povo e para o povo” como disse um amigo de vocês que já foi duas vezes presidente da república e ainda continua mandando. Voltando a “Marte”, tema da redação da UNB-Brasília, do jeito que está nosso país, você conseguir chegar em Marte, mesmo sem oxigênio, calor de mais de 100º centrífugos, eu realmente não voltaria para a terra. Já que estou torrado aqui, por que vou lá? Porque então não colocar o “tema” da redação das provas como: “O que você acha da pobreza no Brasil”. “O que você faria para seu próximo e pessoas mais necessitadas ou, o que você faria se fosse o presidente do Brasil”? Estou achando que a UNB está tentando te mandar para “Marte” para que você esqueça o que está acontecendo na “Terra”. Até a próxima.



quinta-feira, junho 04, 2015

Não Adianta Empinar o Nariz; Você Não é Melhor Que Ninguém!

Em uma frase minha que postei no “Pensador”, disse: “É dos pequenos que sobrevivem os grandes”. Muitos leram e perguntaram o que eu queria dizer com isto; Respondi para alguns, que em minha modesta opinião, se você olhar para baixo não vai ver seu sorriso, no máximo o seu “nariz”. Quem empina o nariz e não olha nem para os lados, deveria saber que pode inclusive ser atropelado, mas não é atropelado por um carro ou coisa parecida certamente, atropelados pela vida, pois em nossas vidas acontece de tudo, o certo ou errado. Esses dois extremos são comuns, só que tem pessoas que acham que estando em um degrau superior, jamais o descerá. O perigo mora aí e, as decepções podem chegar mais depressa do que pensamos. Quem está embaixo, lá no térreo, a tendência é subir, já quem está em cima à tendência é ficar onde está ou descer. Seria muito bom se ela se mantiver que é o que todos desejamos para uma pessoa que conseguiu o sucesso, não sendo hipócrita e invejoso é claro. Ninguém quer ver uma pessoa cair para fazê-la de escada para subir. Assim sendo, “pequenos” são aqueles que acham que tudo pode, e os “grandes” são aqueles que tudo esperam para subir as ásperas escadas com firmeza para não mais descer. Se você achar que estou errado, basta ver quantas pessoas que já tiveram tudo na vida e caíram como um raio, por exemplo: O ator Wesley Snipes que tentou esconder ser milionário do governo americano para evitar o pagamento de impostos. Em 2006 descobriu-se que ele devia mais de US$ 12 milhões para as finanças. Foi condenado em 2008 e enfrentou uma penitenciária por dois anos, antes de ir para a prisão domiciliar, onde permanecerá até julho deste ano. Quer outro mais recente? O ex-presidente da CBF, José Maria Marim, que pensou que era Intocável e insubstituível, aos 83 anos, está preso, e é inquilino de uma cela solitária na Suíça por corrupção. Ainda bem que foi nos EUA e na Suíça, porque se fosse ao Brasil, estaria tomando cerveja em Copacabana. Isto mostra que e escada que eles subiram, virou um escorregador. 

Agora você quer ver quem começou no térreo e enfrentou todas as dificuldades que a vida pode proporcionar e, subiu as escadas com passos firmes, com sapatos antiderrapantes e que dificilmente ira descer? São vários, mas vou falar de dois deles que todo mundo já ouviu falar: Chris Gardner, um ex-vendedor de equipamentos médicos que perdeu a casa, a mulher e vagou de albergue em albergue com o filho pequeno, enquanto lutava para ser contratado por uma corretora de valores. Contratado, iniciou uma trajetória que desembocaria na sua própria corretora, a Gardner Rich, inclusive, teve um filme por seu desempenho, lançado em 2006, estrelado por Will Smith, “A procura da felicidade” sobre seus feitos. Outro que todo mundo conhece é Samuel Klein, das Casas Bahia. Passou pelos campos de concentração nazista na 2ª Guerra Mundial, mudou-se para o Brasil em 1950, iniciou sua carreira como mascate, vendendo roupas de cama de porta em porta e hoje é dono das “Casas Bahia”. Já, muitos milionários de “nariz em pé”, ficaram pobres no mundo e principalmente no Brasil. Não digo pobre de dinheiro, pois dinheiro se esconde e se encontra depois quando o cara é déspota, mas de passar por situações que “dinheiro nenhum compra”, como a liberdade e a moralidade. Hoje temos políticos, grandes empresários e pessoas no governo, de grandes instituições que só olham para seu próprio nariz esquecendo os que estão abaixo de sua prepotência, pensando que nunca se trombarão com eles no futuro. Pior ainda, são as pessoas do nosso cotidiano que quando crescem, claro que por seus próprios méritos, não olham para o lado ignorando aquele que um dia já o deu “bom-dia”, ou como vai, ou precisa de alguma coisa? O que estou dizendo aqui embaixo é daquelas pessoas lá em cima que subiram e esqueceram os debaixo. Se você conseguiu sucesso, parabéns, mas saiba que “Não adianta empinar o nariz, pois você não é melhor que ninguém”. Aprenda e Até a próxima.

quarta-feira, maio 27, 2015

O País de Quem só Perde Quem Nada Pode Perder!

No final dos “século 20”, O Brasil era um país promissor. O país da 7ª economia do mundo que crescia em uma velocidade nunca vista depois de um passado cruel de 100 anos onde era considerado um país de “terceiro mundo”. Este país deu esperança à maioria de um povo pobre, sofrido e submisso que acreditava em uma “democracia” onde o direito e deveres eram para todos sem distinção de raça, posição social ou cor.  Começando o “século 21” a glória que todos nós pensávamos em conseguir, foi por água abaixo. Só que este também é o “país do futebol”. Ganhamos a Copa do Mundo de 2002 e pensávamos que éramos imbatíveis em tudo. Depois disso, o país começou descer a ladeira, mas mesmo assim, o povo com sua bandeira dentro do lado esquerdo do peito acreditaram e mantiveram sua esperança. Acreditando que agora éramos mesmo o “país do futuro”, em nome da democracia, mudamos o regime “do crescimento ordenado” para o país do governo “do povo, para o povo”. Após isto, começando pelo “futebol”, começou a decadência. Fizemos uma Copa do Mundo desnecessária, pois o país ainda precisava de ajustes em sua economia e gastamos “bilhões de dólares” que hoje nos fazem falta. Só a FIFA levou $ 5 bilhões. E o castigo veio a “jato”. Perdemos uma Copa em casa sendo humilhados por goleadas que jamais na cabeça de qualquer brasileiro pudesse acontecer. Fomos eliminados por uma goleada histórica de 7x1 para a Alemanha, país que um dia foi nazista exterminado milhões de trabalhadores de todas as espécies, mas que hoje é um dos países mais conceituados do planeta que soube se superar. E para completar foi preso na Suíça o nosso presidente da CBF na época da Copa, José Maria Marin, por corrupção pelo roubo e propinas de milhões de dólares, não só na Copa, mas também em campeonatos internos no Brasil. Foi pedida sua extradição para os EUA para responder pelos seus crimes, pois hoje ele é vice-presidente da FIFA que também está enrolada até o pescoço. 

Lá, que é um país sério, será julgado como qualquer um de nós que “rouba uma galinha”. Se for culpado, “tadinho” dele. Irá cumprir a pena em sua totalidade, bem diferente do Brasil onde poderia pagar a pena em “regime domiciliar” na sua bela mansão. Na “economia” nosso país vai de mal a pior. Com propinas e superfaturamento de obras necessárias como nossas refinarias de petróleo que um dia foi o orgulho de todos nós brasileiros através da maior empresa do mundo no ramo, estamos praticamente quebrados ao ponto de fazer uma reforma onde tem que se tirar dinheiro das coisas mais importantes para o povo como Saúde e principalmente Educação para tentar tirar o país de um buraco sem fundo, buraco que eles mesmos cavaram. Qualquer mortal sabe que um país sem educação não pode crescer rápido, mas o governo insiste em cortar verbas para nossos universitários e futuros doutores, os únicos que poderiam nos empurrar pra frente, mas não, nossos professores ganham uma ninharia, enquanto “qualquer funcionário de de um nível mais baixo” nos poderes legislativos e judiciários ganham, dependendo do estado, 10 vezes mais. Não é só culpa do governo vigente, é culpa também da maioria de nossos parlamentares que só votam em seu próprio benefício ou de suas estâncias, esquecendo que eles estão lá no parlamento para representar todo um povo, naquele parlamentar que você acreditou que te decepcionou e que você continua votando nele em cada eleição. Um povo trabalhador que paga seus impostos em cada “grão de feijão” que compram, contribuem para a previdência para um dia ter uma aposentadoria descente, em nome de um reajuste da economia retiram seus direitos, mas não ”corta na própria carne” que nada mais é que a autoflagelação antes de chicotear ou penalizar terceiros e pensar no próximo antes que em si mesmo. Pois é amigos, no Brasil só não perde quem pode, quem tem poder e são amigos do rei. Perde quem não merece mesmo com seu suor derramado para fazer um país melhor. Eu quero que o governo se redima e traga nosso Brasil de volta ou, como já aconteceu antes, que o povo o faça. Até a próxima.
“ACREDITAR é o primeiro passo para o MILAGRE”

domingo, maio 24, 2015

A Importância da Imprensa e o Jornalismo em Nossas Vidas!

A informação é tudo. Não a nada que substitua este tipo de trabalho na vida de todos nós. Ela nós influencia nossas decisões para o certo e principalmente para errado, pois uma informação caluniosa nunca sai da cabeça da maioria das pessoas se tornando uma verdade mentirosa que jamais será esquecida e também valerá de tema de discursão por décadas. Já uma informação correta pouco importa para muitos e será esquecida mais rápida que o vento. Em países de primeiro mundo como EUA e na maioria dos países europeus, a informação lida, escrita, ouvida e televisada é levada tão a sério que quem transgredir as regras e padrões é penalizado com rigor. Tudo que já aconteceu no planeta entre guerras, desavenças e morte de milhões de pessoas se deve a imprensa por informações de intrigas e egocentrismo, pois quando um fala ou escreve, milhões que estão ouvindo ou lendo estão acreditando ou não na informação dada. Daí, as opiniões se divergem e o atrito é inevitável. Mas o melhor é que tudo que acontece de descobertas e inovações para melhorar a vida das pessoas também se deve a ela. Pena que no nosso amado Brasil Varonil, jornalistas sérios são contados a dedo. Mais sério ainda são os meios de comunicação que são “comprados”. Isto mesmo, comprado pelos poderosos para passar falsas informações que influenciam decisões importantes, como por exemplo, o voto que irá decidir um período enorme de coisas boas ou infelizmente ruins que está acontecendo agora em nosso país. São profissionais da mídia, e marqueteiros de plantão que sabem que a população acredita mais em mentiras que em verdades como citei acima. Quando no poder, este tipo de profissionais denigre a imagens de outros sérios que acabam ficando as margens e nos cantos oprimidos pela sua seriedade. Quantos Boris Casoy, Lillian Wite Fibe, Ricardo Boechat, Rachel Sherezade, Arnaldo Jabor, Carlos Chagas, Denise Campos de Toledo, José Neumanne Pinto, Merval Pereira, Willian Bonner, Carlos Alberto Sardemberg ou Reinaldo Azevedo você conhece? 

Estes profissionais, sérios e que não têm medo de dizer a verdade do que pensam independente de quem quer que seja estar no governo são a minoria. Como eu disse, pena que eles são contados a dedo. Inclusive falar a verdade sobre um “cara” que todos conhecemos que não tem um dedo. Quer ver um absurdo? Acredite se quiser, mas apenas 6% (seis por cento) dos brasileiros leem jornais e dentre destes, os cadernos mais lidos, são notícias locais esportes notícias policiais, classificados, cultura e lazer e economia e política Brasileira (10%). Fazendo as contas entre 200 milhões de brasileiros, dos 6% (seis por cento) que leem jornais, apenas um pouco mais de 4 milhões de brasileiros se importa com a economia ou política, coisas que decidem o nosso cotidiano. Já os que assistem TV e acreditam em falsas notícias por muitos que se vendem para as grandes emissoras, são mais de 90%. Quando eu falo em falsas notícias não são todas as informações, mas informações que levam ao leitor ou o telespectador a acreditar em tudo que o sistema (panelinha) lhes convém. Outra coisa intrigante; Você notou os sobrenomes dos melhores jornalistas do Brasil? A maioria têm nomes que nenhum brasileiro sabe de onde saiu. Souza, Silva, Santos, os mais comuns não existe, a não ser o Merval Pereira, mas mesmo assim, você conhece algum Merval a não ser ele? Eu não conheço. Porque será? Será que eles são descendentes de outras culturas que não se vendem? Pensem nisto. Infelizmente no Brasil, profissional da TV e que influenciam a maioria da população com suas falas e pensamentos como: Jô Soares, Gugu Liberato, Xuxa, Ana Maria Braga, Fátima Bernades entre outros que são “pau mandados”, ou perdem seus postos e seus ricos salários que chegam a ultrapassar 2 milhões por mês, ou seja, mais de 2.500 salários mínimos mensais. Você trocaria tudo isto por dizer a verdade? Incógnita. Só que existe como os que eu citei acima. Sendo assim amigo (a), escolha e valorize os profissionais da informação que realmente quer te passar a verdade, como eu que foi demitido do trabalho por discordar do regime. Até a próxima.

quarta-feira, maio 20, 2015

Da Escuridão a Luz, Basta que Alguém Aperte o Interruptor!

Se você é do bem e está na “Escuridão”, tenha certeza que um dia a “Luz” se acenderá! Eu tenho batido nesta tecla justamente porque é o que estava acontecendo comigo, e agora, embora a “Luz” ainda seja apenas uma “vela” tenho certeza que com o tempo passarei para 40, 60, 100, 150 e 200 watts de potência e quem sabe um dia a uma maior que irá de vez iluminar minha vida para que eu nunca mais caia na “Escuridão”. É como disse Nitiren Daishoni, monge budista ainda no século 12: “Sua mente, agora desnorteada pela escuridão inata da vida, é como um espelho embaçado, mas, se polir, é certo que tornar-se-á claro como cristal de iluminação das verdades imutáveis. Manifeste-se na prática da Fé, polindo seu espelho incessantemente, dia e noite”. Cito também o grande Martin Luther King: “A escuridão não pode expulsar a escuridão, apenas a luz pode fazer isso”. Só que tem uma coisa amigos; Será que você tem ao seu lado alguém que está disposto a tirá-lo de lá e acender o interruptor. Esse alguém pode ser qualquer um, até você, mas certamente será induzido por quem não conhece as trevas e, “esse cara não sou eu e nem você, “Esse Camarada é Chamado de Deus”, pois ele vai fazer com que você aperte o interruptor pela sua fé, pela sua bondade e por sua retribuição por tudo e por toda “Luz” que ele lhe deu” para ajudar as pessoas. Se você tem gente assim ao seu lado apenas para te ajudar, preserve-a, pois elas são poucas, mas existe e, te surpreende quando você menos espera. Você já viu minha postagem anterior: “Chance é Necessária, mas Você já teve alguma e aproveitou”? Então veja, é quase a mesma coisa que eu digo aqui. Se alguém iluminou o seu caminho, mesmo como uma “vela” qualquer, faça por onde segui-la e não saia dele, pois poderá cair novamente em um lugar escuro e profundo. Este lugar pode não te dar forças para cavar degraus para subir e o dono da “vela” pode prosseguir sozinho e nunca mais te dar a mesma oportunidade. 

Este é o verdadeiro aprendizado que passamos em nossas vidas. Confesso, eu já errei tanto, mas tanto, que caí neste buraco que comentei acima. Só que meus erros, seja em problemas de família, trabalho, amigos e etc., apenas eu fui prejudicado. Pensando que poderia estar fazendo o bem a terceiros, mostrando erros e discordando de pessoas, e mesmo na política, como diz o “minerim”, “se lasquei”. Mas não me arrependo, apesar de não seguir o conselho de ninguém em me calar e me esconder da realidade, acho que fiz a coisa certa. Foi aí que caí nas trevas. Fiquei sozinho e isolado dentre a maioria das pessoas que a mim viraram as costas. Imagine você que se não tivesse em seu meio de convivência alguém para discordar de alguma coisa que viu de errado? Tenho certeza que, “como uma coisa leva a outra”, poderiam acontecer coisas piores, sejam em sua casa, no trabalho, com os amigos, parentes próximos ou outras. Nós temos que ter coragem para expor nossa opinião, contando que seja para ajudar. Ninguém gosta de ouvir críticas, mesmo sabendo que está errado, ou, mesmo sabendo, querer continuar no erro e fazer de tudo para desestruturar a quem crítica ou aconselha. Eu tenho certeza que não estou falando nenhuma besteira, basta ver no dia-a-dia vários exemplos como; Se você fala para o (a) camarada não estacionar em uma vaga de estacionamento reservado, a resposta que você pode levar é: “não é da sua conta” ou até ”vai tomar naquele lugar”. Se um Ministro discorda do seu Superior, querendo ajudar, ele é reprendido, isolado ou até mesmo demitido, pois este Superior, não quer ser contestado. Mas quando a casa cai derrubada pela sua própria “soberba” e se afunda onde todos nós um dia já experimentamos a escuridão e o isolamento, vem o arrependimento. A diferença é que uns se arrependem por ter feito o mal, mas por incrível que pareça, tem uns que se arrependem em ter feito o bem. Para quem faz a mal, escuridão, mas para quem faz o bem, alguém acende o interruptor. Até a próxima.
“ACREDITAR é o primeiro passo para o MILAGRE”

domingo, maio 17, 2015

“Chance é Necessária, Mas Você já Teve Alguma e Aproveitou?”

Não me diga que você nunca errou que é mentira... Quantas vezes você teve uma chance para se redimir de ter uma nova oportunidade? Acredito que muito poucas. E quantas vezes você as aproveitou? Também acredito que muito poucas. Nossa vida é assim. Foi o que aconteceu com um cidadão em Brasília que “roubou” 2 quilos de carne em um supermercado em pleno desespero, para alimentar seu filho. Desempregado, como milhões de brasileiros, inclusive eu, em pleno ato impensado e sem opção no momento não viu outra saída. Nada justifica um crime, roubo ou ato que ilícito, só que em um país em que o trabalhador paga um dos maiores impostos do mundo e não tem nada em volta, principalmente os três pilares mais importantes como saúde, educação e segurança, de repente, dependendo do delito, merece uma nova chance. Segundo pesquisas, Brasília é a cidade que tem a maior renda per capita do país, funcionários públicos federais é claro, só que ninguém sabe que Brasília tem 900 mil pessoas que se quer sabe escrever seu próprio nome. Isto é uma média, pois a grande maioria ganha como qualquer um trabalhador brasileiro. Todo mundo acha que Brasília é a cidade dos ladrões pela politicagem, mas ninguém se atenta que quem manda todos eles para cá, 500 deputados e 78 senadores e mais 3 senadores e 8 deputados que são eleitos em Brasília, são todos vocês e nós brasilienses que acreditamos, em sua maioria, bandidos revestidos em salvadores da pátria, fora o executivo como a chefe da nação e seus assessores que estão nos levando a bancarrota e ainda são ovacionados por mais de 50 milhões brasileiros. O ato desse cidadão que “roubou” o alimento para seu filho, tanto merece uma chance e mostrar para o governo que a culpa é de uma política onde a saída é fazer o mesmo que eles lá no poder, roubo e corrupção. O governo e a justiça, que só prende “ladrão de galinhas”, têm que acordar para que o cidadão tenha seu próprio sustento para não cometer atos como este em Brasília. 

A mostra que o nosso Brasil não está perdido, “ainda”, foi o ato dos Agentes da 20ª Delegacia de Polícia Civil do Gama, cidade satélite de Brasília para com o desempregado que cometeu o crime. Sensibilizados e depois de uma longa investigação, não só pagaram a fiança do homem como fizeram uma compra para sua casa, pois lá não tinha gás e nem qualquer tipo de alimento. Quero deixar bem claro aqui, que se este cidadão que cometeu tal delito seja visto como herói, nada disso. Tem que pagar pelo seu crime como qualquer outro. Só quero mostrar que a ajuda que todos os policiais e alguns brasilienses tiveram com ele, inclusive enviando sexta básica e lhe dando o emprego, fez mais que o governo que não faz mais por todos os outros, filhos da “pátria educadora e sem pobreza”. Ele teve sua chance, se vai aproveitar ou não é uma incógnita, mas que todos merecem uma nova chance merece. O problema é que é raro este tipo de ato. Normalmente quem erra independente do erro que cometeu vai comer o “o pão que o diabo amassou”, seja o que for. Somos mortais e sabemos que existe o “Céu” e o “inferno”. Para o Céu vão aqueles que não cometerão erros, 0,001 da população, e 99,009% tentando reparar todos os erros que cometeram, onde também me encontro, ao contrário da estatística, podemos nos recuperar se tivermos uma chance, a mesma chance que teve este cidadão. Quantos de nós temos a mesma oportunidade? Poucos, muito poucos, infelizmente. Deixando o “crime” para trás, falaremos em família, vida social e trabalho. Quantas vezes você foi perdoado e já te deram uma chance nesse seguimento? Talvez alguma, se você teve muita sorte ou estava em um ambiente de gente estruturada e que pensam diferente. Não sendo isto, aposto que você está decepcionado igual a grande maioria. É uma triste realidade, mas é a grande verdade que não podemos negar. Portanto se você tiver uma chance, agarre-a com unhas e dentes e não a deixe escapar. Até a próxima. 

terça-feira, maio 12, 2015

“Um Peixe Pra Pescar e Ouvir os Pássaros Cantar”

Às vezes temos a vontade de sumir, desaparecer de tudo e todos por problemas que enfrentamos nos dia-a-dia em todas as áreas da vida como relacionamento a dois, prosperidade, relações sociais, saúde física e principalmente na relação povo/governo que abatem todos nós e nos deixam com um que de desânimo que nos levam a uma negatividade e perda da autoestima, onde nos sentimos rejeitados, abandonados, carregamos mágoas e arrependimentos, mágoas e ressentimentos. É como indaga meu amigo André Lima da AFT em um de seus artigos: “A autoestima tem a ver com auto sabotagem”? Eu não acho, mas uma coisa eu concordo com ele que todos nós temos pontos fracos na autoestima, mesmo quando se trata de alguém com a autoestima elevada. É o que diz a Wikipédia: em psicologia, autoestima inclui uma avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau. Envolve aqueles pensamentos, por exemplo: “eu sou insignificante ou incompetente”, “eu sou benquisto ou malquisto”, associados ao triunfo e desespero, “orgulho ou vergonha”, “confiança ou cautela”. Em acréscimo, a autoestima pode ser construída como uma característica permanente de “personalidade” ou como uma condição psicológica temporária. Ou em uma dimensão particular posso pensar: “acredito que sou um bom escritor e estou muito orgulhoso disso” ou de extensão global: acredito que sou uma pessoa boa, e sinto-me orgulhoso quanto a mim”. Veja alguns conselhos que o André relata em um de seus artigos para ajudar você a identificar a nossa baixa autoestima, deixando bem claro que o André não é psicólogo, assim como eu. Vamos a eles: Receber críticas; Ser comparado negativamente como outras pessoas; Falta de reconhecimento e cobranças excessivas e falta de elogio; Não ter recebido atenção na infância; Dificuldades em dizer não e impor limites; Dificuldade em receber; Sentimentos de rejeição e abandono; Sentir-se desconfortável com o corpo e aparência física. 

Fazer coisas que não gosta somente para agradar os outros deixando a si mesmo insatisfeito; Relações de amizades superficiais; Sentimentos de culpa por situações passadas ou situações presentes; Medo e dificuldades em lidar com críticas; Sensação de não ser capaz e pessimismo ao iniciar um novo projeto; Dificuldade em encontrar qualidades em si mesmo e ter pena de si próprio. Mas isto é o suficiente para sair desse imbróglio? Eu bem que gostaria que fosse inclusive, escrevo muito sobre isto, mas eu tenho muitos problemas com tudo que está relatado acima e, duvido que alguém não tenha passado ou está passando por isto. Qual seria a saída então? Esses são apenas alguns indicadores pra que você reflita. Existe também nos dias de hoje outras coisas que deixam as pessoas pra baixo como o “tal” do “bullying” que está relacionado com insultos e humilhação e a “hierarquia social”. Se você se identificar com muitos deles, calma, você não está sozinho. Tem muita mais coisa que pode abaixar sua autoestima e que você tem se quiser mudar sua vida combate-los. Essas experiências deixam mensagens negativas gravadas. O problema, na verdade, não são as experiências que você viveu, e sim, as emoções que você guardou de cada uma delas, as crenças e sentimentos que ficaram gravadas em você. Quando você limpa essas emoções negativas, a autoestima é restaurada rapidamente. F. Potreck-Rose e G. Jacob (2006) propõe uma abordagem psicoterapeuta para a autoestima baseada no que elas chamam de “os qratro pilares da autoestima”: 1- Autoaceitação (uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa), 2- Autoconfiança (uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho), 3- Competência social (experiência em fazer contatos) e 3- Rede social (estar ligados a uma rede de relacionamentos positivos). Se você se espelhar em todos estes conselhos, podemos almejar, “Um Peixe Pra Pescar e Ouvir os Pássaros Cantar”. Até a próxima.

sexta-feira, maio 08, 2015

Este é o País que o “Renato Russo” Pensou?

Não... Não é este o País que o “Renato Russo” pensou. Conheci o Renato Russo no fim dos anos 70 quando ele integrava a Banda “Aborto Elétrico” em uma apresentação em praça pública na cidade satélite do Núcleo Bandeirante em Brasília em plena “ditadura militar”. Esta música foi escrita em 1978, mas só foi lançada em 1987 quando a banda já se chamava “Legião Urbana”, talvez porque sua letra que atacava o regime. Sua letra dizia: “Nas favelas, no Senado”... Sujeira pra todo lado... Ninguém respeita a constituição, mas todos acreditam no futuro da nação. No amazonas, no Araguaia, a baixada Fluminense, no Mato Grosso, Minas Gerais e no Nordeste tudo em paz. Na morte eu descanso, mas o sangue anda solto manchando os papéis, documentos fiéis, ao descaso do patrão. Terceiro mundo se for, piada no exterior, mas o Brasil vai ficar rico. Vamos faturar um milhão, quando vendemos todas as almas dos nossos índios num leilão. E agora, se o Renato fosse vivo ele não iria perguntar “Que país é este”? Ele certamente seria o cara mais decepcionado do mundo ao ver que nosso país, depois de tantas lutas para conquistar a nossa tanta almejada “democracia”, iria ver que nosso país está pior do que estava antes. Eu, sem nenhuma demagogia, jamais poderia imaginar que depois de derrotar um sistema autoritário iria encontrar o mesmo sistema sem as fardas, estrelas e o olhar acirrado para fazer medo aos componentes da nação. Pensava eu, que quando conseguíssemos a vitória a coisa seria diferente, onde o povo tivesse mais qualidade de vida que na época todos criticavam, pudesse fazer um país de 1º mundo em nível de um EUA que tem quase a mesma idade que o nosso. E o que aconteceu? Estabilizou-se um regime de corrupção, do toma lá dá cá nos altos escalões e o povo ficando em 10º lugar. Presidente, ex-presidente, senadores, deputados, prefeitos, vereadores, procuradores, e até juízes, aqueles que deveriam por Lei e consciência combater tais atos, estão comprometidos em atos ilícitos. Eu, sinceramente estou ficando arrependido por minha luta por nada. 

Com esse monte de bandidos no governo, nas empresas estatais que mesmo necessárias, só têm em seu orçamento tarifas para retirar lucros e não pensar no consumidor, nas empreiteiras coniventes, onde não tem saída a não ser entrar na corrupção, ou não fazer obras para fazer o país crescer, onde vamos parar? A “presidenta” é taxada como terrorista, o ex-presidente manda em tudo, inclusive nela. Um Senado e uma Câmara que são presididos por supostos corruptos e seus membros que só votam em projetos que os tragam de volta seus próprios interesses e, não do povo, povo esse, os mais desagregados que também se vende por uma bolsa qualquer. Onde vamos parar? Eu, só vejo uma saída. Ou derrubamos estes “canalhas” com a voz do povo nas ruas, pedindo aos parlamentares, juízes e a mais suprema corte que intervenham, ou vamos ter que ter uma “intervenção militar” para corrigir tudo isto. Se continuarmos com este tipo de governo que está aí, tirando dinheiro da educação, da segurança e da saúde que são os pilares de todo cidadão, você vê alguma saída? Continuando do jeito que está, temos que desentupir o esgoto. E como se desentope o esgoto? Com medidas fortes, com coragem de não ter se contaminar com a sujeira, com vontade de meter a mão na “merda” e depois lavar as mãos. O povo brasileiro é o povo mais alegre e diferenciado do mundo. O brasileiro é por natureza solidário, acredita em tudo, inclusive acreditou nas promessas deste “partido”, o PT”. Acreditou nas mudanças que eles prometeram. Acreditou em todas suas promessas para uma vida melhor. Acreditou na honestidade dos líderes do partido, com “barba” ou não, mas o que vimos? Vimos um país que foi ficando decadente e hoje cheira a bancarrota. Na letra do Renato Russo acima, nosso país piorou com democracia, pois nosso governo, senado e câmara têm mais bandidos que em nossas prisões. Que País é Este? Até a próxima.

sábado, maio 02, 2015

O Amigo Para Sempre é Passageiro!

Que existe amigo existe, mas você pode contar com ele para sempre? Incógnita. Queira ou não, esta sim é a maior “verdade”. Quer ver? Quantos amigos você tem? Você pensa que tem, mas a “grande verdade que nós todos acreditamos”, é uma grande “mentira”. Nós pensamos que temos um eterno amigo. Acreditamos que temos um amigo até mais que um irmão. Pensamos que temos uma pessoa mais confiável que nossa consciência. Pensamos que aquele amigo será inseparável. Pensamos que podemos depositar a ele toda nossa confiança. Pensamos que sem eles nunca poderemos viver. Pensamos que ele é mais fiel que nossa própria falsidade. Pensamos que com ele, nossos atos de acertos ou erros não vai fazer diferença, porque ele corresponderá a nossa confiança por nos conhecer no âmago. Pensamos que ele nunca nos decepcionará. Grande erro, pois este amigo é somente uma pessoa que precisando de um porto seguro se aproxima de outra e se apega pela segurança de uma palavra ou afagos. Afagos estes, que ele quer apenas para ele. Isto na verdade é uma fuga e um tipo de proteção. Amigo de verdade e para sempre, é muito difícil. Basta ele não alcançar seus interesses e já não será para sempre, Será uma coisa boa que aconteceu e ficará somente na memória, pois virão novos “amigos para sempre” para lhe servir como esteio. Amigo mesmo é aquele que está sempre contigo, mesmo longe. É aquele que não pleiteia nada. É aquele que se preocupa com você, mesmo sem estar perto. É aquele que não quer saber se você tem, virá a ter ou quando perdeu o que teve e não te abandonou. É como disse Machado de Assis: Não é amigo aquele que alardeia a amizade: é traficante; a amizade sente-se, não se diz. O que eu quero dizer com isto e que cheguei à conclusão real que o verdadeiro amigo para sempre não está no coração, está em sua mente. Aquela dor no peito que temos quando perdemos um amigo é somente um mal súbito da decepção de descobrir que nos enganamos. O engano sim é para sempre, porém também passageiro. 

Se você ainda tem um “amigo para sempre”, muito bom, mas tenha muito cuidado e preserve-o até quando puder, mas não se esqueça de que ele poderá também sumir da sua vida para sempre. Basta um ato seu que não o agrade e o para sempre irá para o fundo de um baú de recordações. É como diz um velho ditado de Confúcio: “Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade”. O que Confúcio quis dizer com isto? Na verdade, é que não temos nada para sempre, principalmente amigos, pois eles são estão ali apenas quando os convém. Este tal de para sempre é uma coisa muito passageira. Exemplo: quantos amigos você teve de infância que hoje são seus amigos? Um, dois, três? Seja quantos sobraram, foram seus amigos e até quando? Não querendo ser pessimista, se sobrou algum tenha certeza que um dos dois não será para sempre. O que estamos vivendo hoje em um mundo virado aos avessos, até aquela velha frase: Que seja eterno para sempre, passa a ser “que seja eterno enquanto dure”. Claro que até aqui você esta se perguntando: Porque o Edu está escrevendo isto? Ele é também assim como todos? Minha resposta: Sim, sou como todos e me incluo com todas as críticas acima, porém, em vez de tentar ser “amigo para sempre”, prefiro ser o amigo de todo o sempre agora, pois é no “aqui e agora” é que precisamos do amigo e não pra sempre sem ter feito ou movido uma palha para ele ou ele por mim. As pessoas confundem o que é uma verdadeira amizade. Amigos não precisam ser para sempre, eles tem que ser passageiros, mas que nos deixem satisfeitos e com as melhores lembranças, estas sim, são para sempre, apenas lembranças. O pior de tudo é quando você descobre que em uma relação de amizade o amigo era apenas você. E quando isto acontece é que acordamos para a realidade e sem pestanejar acreditamos como diz aquela velha máxima “que só não é passageiro, é o trocador e o timoneiro”. Até a próxima.

terça-feira, abril 28, 2015

Dois Pesos e Nenhuma Medida!

O governo brasileiro dá mostras que não conhece de Lei, ou faz vista grossa. Enquanto no Brasil 56 mil pessoas assassinadas por mais diversos tipos de crime todos os anos, matando mais de que qualquer guerra que está sendo travada pelo mundo a fora, talvez para dar mostras que é um governo preocupado com seus cidadãos ou com os Direitos Humanos, se diz indignado com a execução de dois brasileiros na indonésia, o primeiro em janeiro de 2015 por tráfico de 13,4 kg de cocaína gerando uma crise diplomática entre o país asiático e o Brasil. Até ser executado ele ficou mais de 10 anos na prisão tentando provar sua inocência. E hoje (28/04), acaba de ser fuzilado outro brasileiro. Ele estava preso há 11 anos após tentar entrar no país com 6 kg de cocaína. Este tipo de crime na Indonésia é considerado intolerável e passível de “pena de morte” por fuzilamento. No Brasil um traficante fica apenas 5 anos na cadeia e volta a traficar e em consequência disso causar muitas mortes. Além de matar milhares de pessoas em overdoses, ainda destroem famílias que têm que tolerar seus filhos que ficam como “zumbis” nos guetos de “crack” bem na cara do governo que nada faz. Se o Brasil não tem Leis rígidas para proteger a população, não se meta e nem queira mudar as Leis de outros países que com Leis rígidas querem proteger a sua. O governo recorreu a ONU, Direitos Humanos, e outras mais, mas não obteve sucesso. Lá as Leis são rigorosamente cumpridas não interessando quem cometeu o crime. Os dois traficantes sabiam que se fossem pegos seriam fuzilados, ou seja, escolheram seus próprios destinos. Com esses quase 20 kg apreendidos com os dois brasileiros muitos cidadãos viciados da Indonésia certamente iriam morrer de overdose. No pensamento deles é melhor cortar o mal pela raiz. Então porque agora esse clamor todo? Isso me cheira demagogia. Por isso acho que antes de dar palpite na casa dos outros, temos arrumar a nossa primeira. “Roupa suja se lava em casa”. 

Não sou a favor da “pena capital”, mas aposto que ela conseguiu inibir muitos outros a cometerem o mesmo crime por saber que a Lei na maioria dos países do mundo é para lá de rígida. Aqui no Brasil o “bandido” mata dez, em poucos anos está fora da prisão para matar novamente. Algumas Leis brasileiras parecem uma piada de mau gosto. Quer um exemplo? A Lei do Desarmamento sancionada pelo ex-presidente LULA em 2004. Desarmou o cidadão honesto, mas não desarmou os bandidos. Tudo bem que armas não podem ficar aí nas mãos de qualquer pessoa despreparada, mas hoje o que vemos são bandidos com armas que nem a polícia possui. Se era para fazer a lei então porque não aumentou a pena para quem fosse pego armado? Era só colocar lá na Lei que quem possuísse uma arma ilegal, quem cometesse latrocínio, estuprasse uma criança e matasse um policial que é pago com o dinheiro do contribuinte para nos dar segurança, fosse condenado a no mínimo a 40 anos de prisão. Aí eu queria ver. Aposto que este tipo de crime diminuiria. Outro crime também que merecia ser considerado hediondo era a corrupção. Não me chamem de radical, mas a corrupção, como diz o governo que é uma “velha senhora”, também já teria diminuído se a lei fosse mais contundente, pois a corrupção às vezes mata mais que qualquer arma, já que o dinheiro roubado que deveria ser empregado para a educação, saúde e segurança principalmente, deixam aí o povo a mercê do analfabetismo, saúde debilitada e morrendo, quando não de fome, de overdose e de todos os tipos de necessidade. Então, em vez do governo ficar por aí aparecendo na TV defendendo quem não presta, deveria olhar mais para o próprio rabo em vez de ficar se metendo além de nossas fronteiras. Cada país é quem sabe o povo que tem e o que merece ou não. Porque então não se metem nos governos de Venezuela, Bolívia, Colômbia e Cuba? O governo deveria se preocupar primeiro em lavar sua roupa suja em vez de ficar olhando para o varal do vizinho. Até a próxima.