sexta-feira, setembro 12, 2014

Tristeza e Felicidade são Parceiras na Eternidade...

“Tristeza não tem fim, Felicidade sim”... Concorda, ou sem Corda? Não sei sua opinião, mas na minha, as duas coisas são parceiras para sempre. Quem nunca ficou Triste! Quem nunca foi “feliz”? Vocês querem saber o que é “Tristeza”. Eu sei de “cadeirinha”. Perdi um filho quando eu tinha 50 anos de idade. Então como eu posso falar para vocês que “felicidade” não acaba ou que a “tristeza” vai acabar! Como dizia o poeta, (Tom Jobim), Tristeza não tem fim, Felicidade sim”... E contrariando todas as opiniões, eu digo que a “felicidade” tem um fim e seu preço, ao contrário da “tristeza” que chega sem hora marcada, como dizia “Cazuza”.  Mas, Porém, Todavia, Contudo, Entretanto, eu penso como “Tom Jobim”: A “felicidade” é como a pluma, que o vento vai levando pelo ar... Voa tão leve, mas tem a vida breve, Precisa que haja vento sem parar”. Ou seja, se não sopra em nossos corações a “tristeza” de perder, jamais seremos capaz de perdoar ou compreender o que vem pela frente. E aí amigo vem a grande dúvida e também retratada por “Jobim”: “Tristeza” não tem fim, “Felicidade” sim! Eu, Edu Doroteu, acho que a “Tristeza” ganha da ”Felicidade”. E não me venha com “churumelas”, pois sabemos que é mentiroso aquele que mostra sua felicidade mesmo sendo “triste”. Uma “mentira” das mais cabeludas. Então porque não assumir? Quando meu filho foi embora, meu coração parou, não de bater, mas de pulsar a “Felicidade”. Só ficou “Tristeza”. Tive que recorrer todos meus pensamentos, todos os meus ensinamentos, todas minhas forças, toda a minha garra para estabilizar minha família porque eu sei que minha força, como o mais prejudicado, com a perda de meu filho, seria a base para quem ninguém mais tivesse “Tristeza”. Este tipo de dor retrata muito a palavra “Tristeza”. Também, mostra como podemos chegar a tão falada “Felicidade”. Por isso eu digo, não adianta onde ou quando, elas estarão sempre juntas.

Como não poderia deixar passar, politicamente, este momento em que o Brasil passa, eu digo mais uma vez lembrando-se de “Jobim” a grande estrofe: “A felicidade do pobre aparece na grande ilusão do carnaval”. “A gente trabalha o ano inteiro por um momento de sonho, pra fazer a fantasia, de rei ou pirata ou jardineira, e tudo se acabar na quarta-feira”. “Tristeza não tem fim, Felicidade sim”. Viram aí amigos (a) como a coisa é séria? Quem de vocês não passou por todas essas coisas? Aposto que se alguém me responder, serão, 00000000000000000,1%. (como diz o paulista: Menos zero um porrrrrrrrrr cento). Se a “Felicidade” não existe” estou de pleno acordo... Afinal, o porquê que as pessoas choram. Porque que as pessoas agridem! Porque que as pessoas si isolam! Porque que as pessoas se estranham!  Porque que as pessoas se divergem!  Porque que as pessoas não confiam mais nas outras!  Porque que meus amigos por divergências políticas deixam de ser meu amigo ao ponto de me deixar desempregado? Seria bem mais fácil me deixar “Triste” de que um “Feliz” magoado. A felicidade amigos é diferente. Segundo a Wikipédia, a “felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos que vão desde o contentamento até a “ALEGRIA”“. Put’s Grila”, alguém ainda venha me falar de “tristeza?  Ô loco meu... Tristeza” é ver um amigo sem condições de tomar uma cerveja. “Tristeza” é ver um amigo sem dinheiro para comprar o pão. “Tristeza” e é ver um filho não poder ver um filho frequentar colégio (escola) porque os políticos não investem em educação, porque sabem se educados, vão derruba-los. “Tristeza” é saber que a “alta corte” STF, STE, STJ, julgam em causa própria e na da “Lei”, e o povo acreditar num presidente do “Povo” fazendo o “COMUNISMO”. “Tristeza” e ver um povo comprado com um Bolsa Família. Para mim, deveria ser um “Bolso Povo”. 
Saindo da política, todos nós deveríamos olhar um para o outro dentro dos olhos. Nos olhos da verdade. Nos olhos da satisfação. Não adianta você ser contra seu amigo só porque ele errou, pois todos nós erramos. Basta ler meu artigo de 11/08/14 aqui no Blog, “O erro nosso de cada dia”. Já que também eu erro, e não sou infalível, quero deixar aqui o meu grande abraço para todos vocês. E mostrando que a “Felicidade” existe e está algemada com a “Tristeza”. Eu sinto muito quando vejo as pessoas desesperadas... Pessoas dispersas... Pessoas que olham para o horizonte e só vê seu próprio pé. Fico triste quando vejo um amigo, mesmo sabendo da minha consciência. Agora quer ver como a felicidade, seja menor, é igual a “Tristeza”? Vou te contar: (Tom Jobim): Vou te contar os olhões já não podem ver... Coisas que só o coração pode entender... Fundamental é mesmo o amor, É impossível ser feliz sozinho... Gostou dessa de ser impossível ser feliz sozinho? Pois é, Tem gente que a felicidade esta aí. Um parceiro e a parceira. Ledo engano, você só é filho da sua mãe, você só é filho do seu pai, você só irmão do seu irmão. Não interessa se ele presta ou não. O que importa e o seu sangue. Quer um exemplo? Qual foi o dia que o “ex-sogro (a)” foi atrás de você? Bom, mas não estamos aqui para discutir “Tristeza ou Felicidade”. Estamos aqui para discutir se somos felizes ou não. Estamos aqui para discutir o que é “Tristeza ou Felicidade”. Estamos aqui para descobrirmos os nossos valores, sejam “tristes ou felizes”. Estamos aqui para comemorar o sucesso dos nossos filhos. Estamos aqui, para conservá-los, pois só estamos de passagem. Estamos sós, independente da idade, preparar nossos filhos para o futuro. Concorda ou sem corda? Concordando você ou não, eu acho que a “Tristeza e Felicidade São Parceiras na Eternidade”... Até a última.

domingo, agosto 24, 2014

Para Sempre, Talvez e Jamais!

PARA SEMPRE; em primeiro lugar é a Família... Mãe, Pai, Irmãos, Filhos e Netos... Amigos, vamos deixar para depois. Para sempre também são todas nossas lembranças como: nossas músicas, nossas danças, nossos Beatles, Roberto e Roliing Stones e o resto da nossa lembrança e juventude. E não pense você que é jovem que você ainda não tem seus momentos de juventude ou sua “Jovem Guarda”. Tem sim, pois o ontem já é um longo passado. Para sempre, são nossas primeiras letras escritas ensinadas pelos nossos professores e corrigidas por nossos parentes. Para sempre também são os ensinamentos de nossos valores, aqueles em que aprendemos dar valor em toda essa turma aí atrás que nos ensinaram os primeiros passos. Valores estes que nos fizeram cidadãos corretos e muitas vezes por nossas escolhas nos tornamos também, muitas vezes, cidadãos desonestos ou como dizem por aí, “um vida torta” que leva “Para Sempre” um desgosto e sofrimento para quem só queria o nosso bem. “Para Sempre” também levamos a felicidade e o reconhecimento quando somos o contrário, e aí, a também a vida toma um rumo bom para o bem de todos. Quer um exemplo? Quem diria que eu já tenho netos adultos e daqui a pouco serei “bisavô”. De um jeito ou de outro, qualquer dia bem ou mal chegaremos lá, e aí, veremos que nossos orgulhos e vaidades não valem nada. “Para Sempre” também nunca chegaremos a ser iguais a ninguém, pois cada um tem seus talentos e caminhos diferentes. Eu bem que queria ser um “Pelé” quando jogava bola. Queria ser um “Roberto Carlos” quando ia aos bailes e ouvia aquelas músicas maravilhosas. Queria ser um “Fittipaldi” quando pegava meu fusquinha com menos de 1.300 cilindradas para impressionar as comportadas garotas mesmo sem ser, mas em uma época em que a vergonha era valorizada em respeito aos cabelos brancos de nossos pais, professores e autoridades. Mas isto já se foi, e infelizmente, se foi “Para Sempre”. 
TALVEZ; quem sabe um dia as coisas mudem com a ajuda de novos estudos e tecnologia assim como aconteceu com nossos panos “jeans” e motores de 3.000 cilindradas. Porém, o passado sempre foi e será uma nostalgia em bem para todos nós. Antigamente, ficávamos “doidões” que nossa “Cuba Libre” ou até mesmo nosso, para quem gostava do nosso cigarrinho de “cannabis sativa” muito difícil de encontrar ao contrário da “pedra de crack” que se encontra em qualquer esquina aos olhos da lei e da sociedade. Antigamente todos se preparavam para o casamento das filhas e filhos, mas hoje poucos têm este privilégio, pois este ato se perdeu a mais de 40 anos atingindo 90% de nossos “novos velhos”, como eu. “Talvez” um dia quem sabe voltaremos a ter nossos velhos conceitos, mas isso é muito difícil de acontecer porque a evolução nos trouxe também grandes avanços e que veio juntos também sérios problemas como o uso do celular, um aparelhinho minúsculo perto de nossos antigos telefones discados, necessário para aproximar as pessoas e por incrível que pareça para distanciar ainda mais daquele velho “aperto de mão” e os “olhos nos olhos”. A coisa está tão séria com esta evolução um flagrante foi constatado por um amigo que viu um casal de namorados em um bar ficarem 45 minutos um em frente ao outro teclando num tal de “WatsApp” sem se quer trocar uma palavra ou um olhar, que é, segundo a “Wikipédia”, uma aplicação multi-plataforma de mensagens instantâneas para “Smartphones”. Além de mensagens de texto, os usuários podem enviar imagens, vídeos e mensagens de áudio de mídia. O “software” cliente está disponível para “Android”, “BlackBerry”, “OS”, “IOS”, “Symbian”, “Windows Phone”, e “Nokia”. Deu para entender alguma coisa? Para quem sabe tudo de tecnologia deve ter dado, mas o mais impressionante é que, sem querer discriminar, muitos usuários desta nova tecnologia às vezes não sabe falar “WatsApp” dizendo com muito orgulho que tem em seu celular o “Zap-Zap”. 
JAMAIS; Acho que “Jamais” mesmo, esse tipo de tecnologia irá superar os conceitos de afeto que, infelizmente, deixamos de ter e que nos fazia muito mais feliz, mas como a vida prossegue e não podemos mais andar de “bonde” e necessariamente substituídos por “Metrô”, motos potentes e automóveis cada vez mais baratos e poluidores, vamos perdendo o “glamour” e a chance de encontrar em uma esquina qualquer “aquele velho amigo” e dá-lhe um abraço, soltar um sorriso, contar uma novidade noticiar um fato que antes só faríamos semanas depois do acontecido, enquanto hoje a pessoa fica sabendo em menos de um minuto. Isto é ruim? Claro que não, mas “Jamais” será a mesma coisa. Como não poderia deixar de falar em “política”, que nos dias de hoje “chega a dar nojo” de ver tantos políticos falsos e mentirosos ao ponto de até o mais “analfabeto” dos eleitores consigam distinguir um do outro em detrimento de antigamente, que para o nosso bem a evolução serviu para diminuir, do chamado “voto de cabresto” que é aquele que é um sistema tradicional de controle de poder político através do abuso de autoridade, compra de votos ou utilização da máquina pública que usa recursos para conseguir seus objetivos políticos, tais como compra de votos, troca de fatores, fraudes eleitorais e até mesmo violência. Infelizmente este tipo de atitude ainda existe, basta ver os programas sociais que todos os governos já fizeram só no intuito de ganharem mais votos. Mas o problema é também do eleitor que revoltado com a política se vende por “um bolsa qualquer”. Será que essa atitude política mudará em nosso país sem uma abrupta reforma das Leis que sejam mais rígidas? “Jamais”, porém, existe sempre uma luz no fim do túnel. Existe uma coisa que o ser humano guarda consigo que se chama “esperança”. A “esperança” de ver um país mais justo. A “esperança de casar seus filhos”, de voltar a dar um abraço em seus amigos. E a “Esperança” é “Para Sempre” e “Talvez”, “Jamais” se perca. Até a próxima.

segunda-feira, agosto 11, 2014

O Erro Nosso de Cada Dia!

Quem não erra? Todos nós, pois o “erro” nos ensina. É como diz o poeta Ivan Teorilang: “O homem que tem em si o discernimento como virtude, torna-se mais sábio a cada erro cometido”. O que eu quero dizer ao citar esta frase, que contém a palavra “discernimento” é que quando erramos o fazemos sabendo que cometemos algum tipo de ação que nos prejudicou ou prejudicou um terceiro sem ter intenção e aí procuramos consertar este ato. A própria palavra “discernimento” que pode ser classificada como “juízo” é usado para fazer distinção entre várias coisas mostra que quem age assim tem na verdade perspicácia, astúcia e sagacidade para compreender certas coisas ou para fazer escolhas acertadas. Para entender mais sobre isto, cito aqui o que diz a Wikipédia: Erro é um vício no processo de formação da vontade, em forma de noção falsa ou imperfeita sobre alguma coisa ou pessoa. O autor ressalta que no erro o individuo engana-se sozinho. Ele não é vítima de artifício ou expediente astucioso por parte de outrem. Se for, configurasse “dolo”. Um exemplo é o que aconteceu esta semana e que foi noticiário em todos os meios de comunicação no Brasil e no exterior onde alguém como o IP, protocolo de comunicação da Internet que é responsável por endereçar e encaminhar os pacotes que trafegam pela rede mundial de computadores, justamente do “Palácio do Planalto”. Isto mesmo, da presidência da república, onde jamais deveria sair este tipo de coisa em nome da famosa “democracia” que o Partido do governo tanto prega. Este ato, não merece perdão e não é do erro em que estamos falando. Isto é dolo e merece punição imediata para quem os cometeu. Usando o meu “discernimento”, eu peço a você leitor que perdoe por sempre estar falando em política em meus artigos, mas infelizmente, ou felizmente, a política está presente em todos os momentos de nossas vidas, pois é com ela que também colocamos regras em nossas casas para que cada um tenha seus direitos para cumpri-los ou reivindica-los. 

Nossos erros, às vezes no seio familiar ou amigos próximos nos deixam com um dos piores sentimentos que podemos ter que é o de “culpa”, que se refere à responsabilidade dada à pessoa por um ato que provocou prejuízo material, moral ou espiritual a si mesma ou a outrem. Segundo a mesma Wikipédia, o processo de identificação e atribuição de culpa pode se dar no plano subjetivo, onde a culpa é um seguimento que se apresenta à consciência quando o sujeito avalia seus atos de forma negativa, sentindo-se responsável por falhas e imperfeições. O processo pelo qual se dá essa avaliação é estudado pela “ética” e pela psicologia. Já no sentido objetivo, ou intersubjetivo, a culpa é um atributo que um grupo aplica a um indivíduo, ao avaliar os seus atos, quando esses atos resultaram em prejuízo a outros ou a todos. O processo pelo qual se atribui a culpa a um indivíduo é discutido pela ética, pela sociologia e pelo direito. Deixando as explicações técnicas sobre o “erro”, vamos falar agora dos erros cometidos por muitos e que depois se coloca a culpa em outras pessoas ou situações. É o caso de muitos políticos, que cometem atos ilícitos e colocam a culpa nessa pequena palavrinha achando que está tudo explicado, mas não é bem assim, até porque as pessoas estão “carecas” de ver a todos instantes absurdos cometidos em todo momento, não só por políticos, mas por qualquer pessoa, inclusive as que são consideradas de moral ilibada, no caso, por exemplo, de um juiz ou um religioso. Mas por incrível que pareça, todo erro é digno de perdão e muitas vezes sendo interpretado como realmente um erro. E é aí que entra aquela palavra citada acima, o “discernimento”. O problema é que pesar de muitos entenderem e perdoar os erros, às vezes esses episódios cometidos ficam para sempre no subconsciente das pessoas gerando dúvidas e mesmo se perdoado, fica uma “pulguinha” atrás da orelha e olhares de desconfiança para quem os cometeram. 

É como diz um amigo também blogueiro: “Desde quando começamos a viver, erramos”. Erramos quando tentamos dar os primeiros passos. Enfim, simplesmente erramos. Erramos e as outras pessoas erram também. Talvez não tenham cometido os mesmos erros, mas cometeram algum outro deslize. Somos seres humanos em evolução. Na maioria das vezes, erramos não de propósito, mas por acidente. Só que muitos de nossos erros as consequências podem ser gravíssimas, pois na família e em nossa convivência social a coisa é mais séria para quem comete algum tipo de erro e os exemplos são vários. Estamos cansados de ver todos os dias casos como “adultério”, pais que magoam os filhos e filhos que magoam os pais. Chefes que erram por medidas mal tomadas e prejudicam seus funcionários ou subalternos por um motivo ou outro. Muitos de nós não temos a mínima ideia que tipo de sofrimento o outro possa estar passando. Só descobrimos este tipo de dor quando a coisa acontece com a gente. É aquele milenar ditado: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco”, para não falar outra coisa. Também existem aqueles fatos que achamos que a outra pessoa está errando contra a gente e a coisa é justamente o contrário, nós estamos errando por não ouvi-los. Então qual seria a saída? São várias, uma delas e a mais correta seria assumir a nossa total responsabilidade pelos nossos erros e ter a coragem de contrapor e apontar os erros dos outros e cada um que corra atrás de consertá-los. Por exemplo, se um funcionário não cumpriu o prazo de entrega de um serviço é de sua responsabilidade? Claro que não, ele que corrija seu erro e se não o fizer que seja punido. Isto também se aplica no caso de erros de pais ou filhos e etc. Eu não sou nenhum psicólogo ou coisa parecida, sou graduado em Administração, mas em termos de vivência eu já tenho o bastante para agir. Portanto amigos, se algum amigo, familiar ou político pisou na bola com você, procure estudar o seu perdão para não se arrepender depois. Até a próxima.

quinta-feira, julho 24, 2014

Brasil do Itaquerão, Corrupção, Eleição, Inflação e Recessão!



A Copa do Mundo acabou, a Alemanha ganhou e de quebra humilhou. Humilhou um país que nunca esteve preparado para ter um evento desses que apesar de ter sido um sucesso de organização por ter um povo acolhedor como ninguém no mundo. O mesmo povo que não sabe o que foi gasto do seu rico dinheiro arrecadado por impostos e que jamais voltarão para os cofres do governo e muito menos em benfeitorias para a população. O mesmo povo que com suas caras pintadas viu um time medíocre, treinado por um bigodudo bonachão que achando que era “César” ditou todas as regras não ouvindo ninguém, nem mesmo os maiores entendedores de futebol do mundo e levou uma goleada histórica de todas as Copas disputadas pelo chamado até então de “País do Futebol”. Como disse a nossa “presidenta” nós fizemos a “Copa das Copas”. Realmente, fizemos mesmo, pois foi a Copa mais cara da história de todas as Copas. Mais cara que as últimas três Copas de 2002, 2006 e 2010 juntas que foram gastos perto de 30 bilhões de dólares enquanto, segundo empreiteiras e autoridades do governo na copa de 2014 foram gastos perto de 40 bilhões de dólares e segundo especialistas financeiros 30% desta grana foi superfaturada. Um exemplo foi o Estádio Mané Garrincha em Brasília que foi orçado em 618 milhões de reais e gasto quase 2 bilhões, faltando ainda uma obra de 350 milhões de reais do lado de fora do estádio. Mas você acha isto um absurdo? Pior ainda foi o “Itaquerão”, estádio do time do coração do ex-presidente LULA, o Corinthians, estádio particular que foi construído com o dinheiro do contribuinte, emprestado pelo BNDES. Dinheiro este que segundo todos os especialistas jamais será pago, algo em torno de 1 bilhão e 170 milhões de reais. Tanto é que o também Corintiano, um dos maiores jogadores de basquete do mundo, Oscar Schimdt disse, ao ser indagado pelo apresentador “Ratinho” que o Corinthians teria que pagar, o jogador disse na maior cara de pau que era só não pagar e pronto, como faz todo mundo que deve para o governo.

Queiram ou não, infelizmente é assim que se resolvem os problemas no Brasil, sem que o contribuinte nada possa fazer. É a “corrupção” correndo frouxa, não só nesse governo que bateu todos os recordes de mau uso do dinheiro público, mas em toda sua história desde seu descobrimento. Neste país em que “levar vantagem em tudo” é sinal de inteligência e não de negligência. Quem tem mais dinheiro sempre terá mais dinheiro porque aqui é um país em que todos compram e a grande maioria se vende inclusive nas nossas “eleições” ditas como “democráticas”. Mas não só eu como uma grande maioria de brasileiros sabemos que nossas eleições são desonestas e compradas. É como escreveu o Juiz de Direito Marlon Reis, membro do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral em seu livro “O Nobre Deputado”. Um caso verídico, demonstrando os terríveis efeitos da corrupção, é o de Benedito Leite (MA), um carente município de um dos mais pobres estados brasileiros, um convênio no valor de R$ 970 mil foi firmado em 2009 com a prefeitura local para a construção de uma pequena escola. Quatro anos depois, a construção, inacabada, ruiu. O autor relata práticas do deputado Cândido Peçanha, personagem fictício, mas as práticas descritas por eles são reais. “O trabalho de pesquisa foi enriquecido com a análise de provas colhidas em processos judiciais”! Reis realizou entrevistas em diversos Estados brasileiros e concluiu que há um padrão na adoção de certas práticas em todas as regiões do País. Entre suas fontes, cujas identidades ele preserva, há um senador. “Ele me explicou que o resultado de qualquer eleição brasileira já estava definido muito antes do encerramento da votação, muito antes da abertura das urnas”, relata Reis. Segundo ele, as práticas descritas reduzem a nada a vontade do eleitor individual em uma eleição. “O que conta é a quantidade de dinheiro arrecadado para a campanha vencedora, que usa a verba num infalível esquema de compra de votos”. Arrecadou mais, pagou mais, levou. Simples assim.

Nessas eleições de outubro, fatalmente o governo e seus aliados vão explorar o máximo os índices favoráveis com a subida de uma posição no ranking da ONU no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), onde passou a ocupar a 79ª posição entre 187 países com base em renda, educação e saúde. Para se ter uma ideia, na América Latina e Caribe, o Brasil está abaixo do Uruguai, Argentina, Venezuela, Barbados, Antígua e Barbuda, Trinidad e Tobago, Panamá, Venezuela, Costa Rica, México, São Cristóvão e Nevis. Nada mau para um leigo e um eleitorado que pouco ou nunca lê notícias de economia. Só o que muita gente não sabe e o governo também não divulga é que em 8 anos do governo FHC o Brasil subiu seu IDH em 7,2%, enquanto no governo LULA subiu 2,8% que ainda fica “cantando de galo” dizendo que o governo do PT é o detentor de algum sucesso, esquecendo ele que o verdadeiro sucesso foi orquestrado pelo lançamento do “Plano Real” que acabou com uma inflação galopante que vinha triturando as finanças do país. De lá pra cá, o país vem oscilando entre altos e baixos índices, só que neste último ano do Governo Dilma a coisa começou a escurecer de vez. Diante do fraco desempenho da atividade econômica no primeiro semestre, a equipe do governo foi obrigada a reduzir de 2,50% para 1,80% a projeção de alta do PIB do Brasil em 2014, mas segundo analistas do mercado financeiro, e a última pesquisa semanal Focus do Banco Central, houve apenas uma alta de 0,99% do PIB. Já a inflação medida pelo IPCA projetada em 5,60% este ano já está, segundo a pesquisa Focus em 6,44%. Para leigos em economia como eu, estes índices podem não dizer nada, mas em dinheiro isto deve estar acima de alguns trilhões em perdas para os cofres públicos e alguns furos nos nossos bolsos. Sendo assim amigos, estamos correndo um enorme risco de voltar ao tempo em que nosso dinheiro não valia nada de um dia para o outro. Se você não quer a Recessão, Inflação e Corrupção, cuidado com a Eleição. Até a próxima

quinta-feira, julho 17, 2014

Previsão do Tempo: “Amanhã Poderá Chover ou Não”!




O que quero dizer com isto? Isto mesmo, ninguém pode prever o que realmente irá acontecer amanhã tanto no tempo como na vida, pois nada é eterno e tudo poderá mudar num estalar de dedos. É a mesma coisa de dizer que o mundo dá muitas voltas, ou que nada na vida é eterno como dizia nossos avós. Por isso, temos que ter muito cuidado com nossos atos ou com nossa soberba, que temos, mas que não admitimos ter.  Também conhecida como orgulho, soberba, como diz a Wikipédia, é caracterizado pela pretensão de superioridade sobre as demais pessoas, levando a manifestações ostensivas de arrogância, por vezes sem fundamento algum em tatos ou variáveis reais. Para a igreja Católica, a soberba é um dos “sete pecados capitais”, sendo o mesmo pecado associado a “orgulho” excessivo, arrogância e vaidade. Isto é muito perigoso, pois quando a pessoa está de certa forma em melhor situação que outra, empina o nariz e não olha para baixo com coisa que nunca esteve lá. Todos já estivemos lá embaixo e subimos com esforços e às vezes forças que nem sabemos de onde vêm. Sendo assim, devemos dar valor em nossa vitória, mas nunca se esquecendo de onde viemos, pois talvez injustamente, se a subida é difícil, a descida é bem mais rápida e sem esforço algum. São assim as nossas vidas. Não pense você que a “soberba” vem só das pessoas ricas. Os pobres talvez tenham até mais ao se considerarem especiais e buscando fingir serem o que não são. Não só através de bens materiais, pois muitas vezes a pessoa pode se sentir superior aos outros por acreditar que é melhor no que faz, no que decide, na sua capacidade de resolver situações. Enquanto o invejoso guarda tal sentimento para si, se remoendo internamente, talvez com medo das denotações negativas que tal sentimento pode compor, o soberbo tende a se mostrar, pois está enamorado com a própria existência. Por isso temos que tomar cuidado quando estamos por cima e com o julgamento que fazemos de nosso semelhante, principalmente se for pessoa próxima.

Não se justifica alguns atos, mas dizem alguns estudiosos que o ser humano é assim por uma série de necessidades para atingir a sua auto realização, um deles foi Abraham Maslow, criador da hierarquia de necessidades, conhecida como “Pirâmide de Maslow”, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Ele define um conjunto de cinco necessidades descritas na pirâmide. São elas: 1) Necessidades Fisiológicas (básicas), como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção e o abrigo; 2) Necessidades de Segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida; 3) Necessidades Sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimento tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube; 4) Necessidades de Estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos e por último: 5) Necessidades de Auto Realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser como o ditado: “O que os humanos podem ser, eles devem ser: Eles devem ser verdadeiros com a sua própria natureza”. Este último patamar da pirâmide sugere que a pessoa tem que ser coerente com aquilo que é na realidade "...temos de ser tudo o que somos capazes de ser, desenvolver os nossos potenciais". É neste último patamar da pirâmide que Maslow considera que a os quatro primeiros níveis destas necessidades podem ser satisfeitas por aspectos extrínsecos (externos) ao ser humano e não apenas por sua vontade, enquanto que o quinto nível, a necessidade de auto realização, é uma necessidade intrínseca (internos) que nunca é saciada, isto é, quanto mais se sacia mais a necessidade aumenta.

Citei Maslow somente para que entendamos que o ser humano é um ser mutante e de difícil compreensão, mas de fácil mudança, é só cada um de nós se esforçar para não fazer do outro uma escada para sua subida e seu sucesso. Não devemos esquecer também que, como diz Neisson Almeida, “na vida sempre seremos julgados pelas nossas atitudes, e nela nada fica impune”. E é verdade, a vida cobra cada ação que fazemos e cada palavra que falamos. Talvez o que estamos passando hoje, seja o pagamento por aquilo que fizemos de errado no passado, ou seja: “colhemos o que plantamos”, disso eu não tenho dúvidas. Só que muitas pessoas, mesmo os parentes ou amigos mais próximos, ao invés de procurar ajudar ou dar outra chance, nos abandonam ou se quer olham para baixo nem que seja para desviar seus pés para não nos atropelar. Mal sabem este tipo de gente que algum dia também poderá precisar de ajuda, pois não existe pneu de aço e algum dia vai ter que trocar. Bom seria que tivéssemos sempre um macaco hidráulico a nossa disposição e nunca precisássemos de ajuda, mas infelizmente não é assim. Nunca diga de que “dessa água não beberei”, quem pensa dessa forma está fadado a sofrer muitas decepções. Quer ver como não estou falando nenhuma besteira? Você já deve ter conhecido ou ouviu falar de alguém que era rico e poderoso e hoje não é nada. Gente que cuspiu no próprio prato que comeu e hoje não é nada, assim como também deve ter conhecido alguém que saiu da “sarjeta” para uma vida de sucesso e conquistas, não é mesmo? Portanto amigos tenham em mente que as nossas conquistas são méritos e não precisamos pisar em ninguém, ao contrário, devemos a medida do possível repartir o pão do conhecimento para ajudar quem está abaixo de nós. Quando as coisas começarem a dar errado em sua vida não procure um inimigo, pois como diz “Dalai Lama”, “O que é o inimigo? Eu mesmo. Minha ignorância, meu apego, meus ódios! Aí está realmente o inimigo”. Até a próxima.